Você começa a carreira no meio de campo, recua e, atualmente, tem atuado até mesmo como zagueiro. Essa polivalência pode ser um diferencial para ir à Copa?
– Com certeza, vejo isso com bons olhos. Recentemente nós mudamos de treinador (no Monaco), e o novo técnico joga numa linha de três atrás. A gente vive um momento com muitos lesionados, e os outros jogadores que são da posição são jovens, com pouca experiência. A gente teve uma conversa, nos últimos jogos eu comecei a atuar ali como terceiro zagueiro pela esquerda. É uma posição que eu me sinto bem. E acho que isso é um trunfo porque muitas vezes, dependendo do jogo, o treinador pode pedir para mudar o sistema e você já está adaptado, você já sabe jogar numa posição diferente, ajuda muito, né? Hoje é muito importante o jogador saber fazer mais de duas posições, uma ou duas posições no mínimo. E eu me sinto muito bem nessa linha de três, é um sistema novo pra mim, mas muito confortável. E talvez seja um trunfo pra mim nessa corrida por uma vaga.
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